Novos arranjos e interpretações próprias para as canções que o Brasil guarda de cor — a emoção de sempre, revisitada para o palco de hoje.
Cada canção ganhou um arranjo próprio. O repertório passeia pelo rock, pelo soul, pelo iê-iê-iê e por momentos quase orquestrais — preservando, por inteiro, a essência das músicas.
Há um instante em que tudo silencia — voz e piano. O teatro inteiro canta junto. É desse arrepio que nasce o nome do espetáculo. Depois vêm os clássicos dançantes, e a plateia se levanta.
Splish Splash, Calhambeque, Eu Sou Terrível, Não Vou Ficar — quando chegam os clássicos dançantes, a plateia se levanta, sorri e dança cada palavra.
“Lembrei da minha mãe.”
“Voltei para a minha infância.”
“Fazia anos que eu não me emocionava assim.”
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